AUSÊNCIA.
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Esta semana foi algo memorável.
Muitas emoções, muitas amizades, muito trabalho, mas muito carinho também =')
Adorei poder praxar os meus queridos superiores que tanto estimo e que me lembrarei para sempre da sua ajuda para a integração ter sido tão boa e quase perfeita.
Apareceram, sem dúvida, numa fase que bem precisava de erguer a cabeça. Obrigado.
Porque a "água pertence à comunidade", e "a sida é bem pior", gosto muito de vocês.
=')
Vai trazer tanta saudade.

segunda-feira, 20 de abril de 2009
Tenho necessidade de me expressar mas não consigo. Apetece-me dizer, como o Pedro Abrunhosa, " tu és todo o começo de todos os fins" mas para quê?
Por um lado sinto-me feliz pelo rumo da minha vida estar a andar, pela primeira vez em muito tempo, bem.
Por outro, sinto a nostalgia do tempo e das saudades daqueles que para trás ficaram. Saudades das risadas de amigo e mensagens que não nos deixam ficar e sentir sozinhas. Mas a vida é assim " Entram uns, saem outros " infelizmente. Na minha perspectiva, há espaço para toda a gente entrar na vida de uma pessoa, mas mais uma vez, infelizmente, nem todos pensam assim.
Mas pronto, o convívio que tenho tido com as pessoas tem sido qualquer coisa de espectacular. Quando estou em Viseu, adoro o convívio, mas não deixo de querer estar em Aveiro. Quando estou em Aveiro, conto os minutos para vir para Viseu. Mas sim, ser uma pessoa sociável fez-me muito bem.
As amizades renascem às vezes de pedaços de terra que já nos tínhamos esquecido. Agradeço tudo a essas pessoas, que sabem que fazem parte de mim. Conseguiram conquistar aquilo que eu chamo (e Paulo Coelho tambem ) de " Tesouro Pessoal " ao qual já pertenciam a 4 pessoas. Apenas se juntaram mais duas.
Feliz, infeliz, ansiosa, nostálgica? Nao sei... apenas posso dizer: Bruna.
sábado, 18 de abril de 2009
Como uma ilha, sozinha...
" Como vou eu lembrar-te se a metade que parte é a metade que tens "
Pedro Abrunhosa.
Pedro Abrunhosa.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
15 de Abril de 2009 - Praxe do Auuuuuiiiiéééé
Praxe só de mulheres!
- Ôra ôra ôra, ouçam a doutora!
- Edo Edo Edo tu gostas é com o dedo!
- Aço Aço Aço tu és alto palhaço!
- Eto eto eto, tu queres é um preto!
- Élo élo élo tens cara de paralelo!
- Usa usa usa, usa mas não abusa!
- Uva uva uva tou farta de estar à chuva!
- Au Au Au cuidado com o degrau!
- Egam egam egam vejam lá se não escorregam!
- Ora ora ora a maior é a doutora!
- Opa opa opa amanha vamos à tropa!
- El el el amanha é dia de quartel!
- Inhas inhas inhas, vamos pro bolinhas!
- Ar Ar Ar vais mesmo para a Hangar!
- Iiiiiii onde está a Elodi?
- Er er er vao-se todos... lixar!
Ar ar ar tinha que actualizar!
xD
terça-feira, 14 de abril de 2009
No dia em que soube que não entrei para a Universidade na 1ª fase, fiquei desgostosa.
No dia a seguir encontrei um amigo.
Disse a esse amigo que não tinha entrado e que me ia inscrever para outra terra sem ser a minha.
E ele disse-me : " Secalhar, o destino não quer que fiques longe daqueles que tens cá, como ele. "
Não, Big, ainda bem que o destino quis que eu viesse parar a Viseu.
Secalhar foi esse o porquê de eu não ter entrado em Aveiro depois de tantas escolhas.
Sim, nada acontece por acaso.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Asas servem para voar,Para sonhar, ou para planarVisitar, espreitar, espiar,Mil casas do ar.As asas não se vão cortar;Asas são para combater,Num lugar infinito no vacuo,Para respirar o ar.As asas sãoPara proteger, te pintarNão te esquecer,Visitar-te, olhar-te, espreitar-teBem alto do ar.E só quando quiseres pousarDa paixão que te roer,É um amor que vês nascerSem prazo, idade de acabar.Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer.Mas só quando quiseres pousarDa paixão que te roer,É um amor que vês nascerSem prazo, idade de acabar. (x2)Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer.Não vejo leis para te prenderAcontença o que acontecer.Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer...
Asas- Gnr
Asas- Gnr
sábado, 11 de abril de 2009
" NA MARGEM DO RIO PIEDRA EU SENTEI E CHOREI. Conta a lenda que tudo o que cai nas águas deste rio - as folhas, os insectos, as penas das aves - se transforma nas pedras do seu leito. Ah, quem me dera que eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atirá-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.
Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei. O frio do Inverno fez com que eu sentisse as lágrimas na face, e elas misturaram-se com as águas geladas que corriam diante de mim. Em algum lugar, este rio junta-se com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se confundem com o mar.
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que o meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele. Que as minhas lágrimas corram para bem longe, e então eu esquecerei o rio Piedra, o mosteiro, a igreja dos Pirinéus, a bruma, os caminhos que percorremos juntos.
Eu esquecerei as estradas, as montanhas e os campos dos meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.
Eu lembro-me do meu instante mágico, daquele momento em que um «sim» e um «não» podem mudar toda a nossa existência. Parece ter acontecido há tanto tempo, e no entanto, faz apenas uma semana que reencontrei o meu amado e o perdi.
Nas margens do Rio Piedra escrevi esta história. As mãos ficavam geladas, as pernas entorpecidas pela posição e eu precisava parar a todo o instante.
- Procure viver. Lembrar é para os mais velhos - dizia ele.
Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevia, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças. Para que, quando acabasse de contar a minha história, a pudesse lançar no Piedra - assim me tinha dito a mulher que me acolheu. Para que então - lembrando as palavras de uma santa - as águas pudessem apagar o que o fogo escreveu.
Todas as histórias de amor são iguais. "
Coelho, Paulo; Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, Pergaminho.
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