terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Até aqui nada estava a parecer difícil de ultrapassar. Até aqui. No entanto, começo a questionar agora tanta e tanta coisa que as nossas vidas nos reservaram e pergunto até que ponto não seremos culpados de todos os actos, de todas as acções. Começo a acreditar que de facto as coincidências existem e que as coisas não acontecem por acaso. É de salientar que não torno esta frase num sentido positivo. Era bom por vezes podermos fazer as nossas escolhas, mandar o coração calar e sentir e a alma resolver. O problema é que não nos conhecemos assim tão bem e ficamos surpresos por ver como as coisas realmente se tornam e de que forma nos realmente sentimos...
Viseu vai ser sempre Viseu.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Não sei. No fundo sinto uma certa frustração, no entanto sinto que nada fez mais sentido apesar da "dor". A "dor" resume-se à imaturidade das pessoas (inclusive a minha) de errarem constantemente e de constantemente se deixarem enganar. É este o meu sentimento neste momento. Um misto de quente e frio, com umas pitadas de bom e mau.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Estúpida por não ter conseguido. Triste por não ter (a)percebido. Magoada por não ter mais. Desiludida, porque a vida é assim.

sábado, 26 de novembro de 2011

A maior prova de amor de todas é aceitar a pessoa que está connosco, com todos os problemas, todas os defeitos, todas as qualidades. Os problemas surgem, temos que os contornar mesmo que isso implique dias de angústia e medos. Os defeitos fazem parte de tudo e de todos, e portanto, temos que aprender a amá-los tanto como amamos as coisas boas. E, por fim, as qualidades, que são o bem haja de tudo. São as boas vindas dos problemas que ultrapassamos e aquilo que nos faz aperceber de que vale a pena.

domingo, 20 de novembro de 2011

os homens são estranhos porque as mulheres são estranhas. As mulheres são confusas porque os homens são estranhos. Assim, as mulheres são estranhas tanto quanto os homens porque também eles são confusos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

21 ános.

sábado, 12 de novembro de 2011

Odeio, por vezes não conseguir lidar com as coisas.

sábado, 5 de novembro de 2011

Nós mulheres, por vezes, distinguimo-nos pela capacidade fria (ou ternurenta) de seguirmos em frente. É uma capacidade dolorosa, embora provavelmente todos achem o contrário.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tenho medo só de pensar. Rouba-me o sono só de imaginar. Perco o dia só de falar. A mente não descansa quando já está tão cansada.