segunda-feira, 27 de junho de 2011

É tudo demasiado complicado. Posso fugir?

domingo, 19 de junho de 2011

Por falar em regressos...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

É triste quando as pessoas não se sentem preparadas para amar as outras. Fica sempre um misto de sentimentos de quem vê partir e de quem parte.
" Era novo de mais para aprender a gostar dela" diz o pequeno príncipe quando se apercebe que a flor é efémera.
O amor está intimamente ligado com a perda, e a perda não está necessariamente ligada com o amor. São duas relações diferentes, mas iguais.
O pior da perda e do amor é a saudade. A saudade faz-nos pensar como pessoas loucas. O que nos vale é a sanidade. Mas que sanidade? Nós, pessoas, resumimos-nos a pedaços de insanidade todos os dias, um bocadinho que seja. Às vezes basta metermos um pé na rua.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

As ansiedades não me deixam dormir.

domingo, 5 de junho de 2011

O segredo é ter que esquecer quando começamos a lembrar.
É sorrir quando nos apetece chorar.
É gritar quando nos apetece calar, e calar quando nos apetece gritar.
É cantar quando nos apetece discutir.
É não discutir.
É viver.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como é que é possível que a lembrança de momentos tão belos se tenha tornado tão cruel? (...) era um alívio não voltar a ser posta em frente do meu coração despedaçado pela dor da tua ausência. Sôror Alcoforado

domingo, 29 de maio de 2011

Além do abraço, aquilo que mais vou sentir falta vai ser do riso das cocegas e da forma acriançada desse mesmo gesto.
Já nao sentia tamanho aperto no estomago à tanto tempo. Quero-o, porque preciso dele.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Queria dizer tudo o que me apetece mas não posso.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O amor tem destas coisas IV

É engraçado a perspectiva dos enamorados: acham que está tudo bem, quando às vezes se está mal. Acham que está tudo mal, quando afinal até está tudo bem.
Também acontece estarmos numa fase boa e acharmos que a fase é má. Quando vem uma fase má apercebemos-nos que afinal a fase anterior era tão boa e acabamos por a desperdiçar com análises meticulosas a cada ponto e a cada vírgula.
O segredo do amor é mesmo não pensar. É correr pelo dia a dia fora, e não querer avançar para o outro dia quando ainda não vamos a meio da tarde do dia em questão.