SOLTEM OS PRISIONEIROS! Mas só os fofos!
xD
segunda-feira, 13 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Asas servem para voar,Para sonhar, ou para planarVisitar, espreitar, espiar,Mil casas do ar.As asas não se vão cortar;Asas são para combater,Num lugar infinito no vacuo,Para respirar o ar.As asas sãoPara proteger, te pintarNão te esquecer,Visitar-te, olhar-te, espreitar-teBem alto do ar.E só quando quiseres pousarDa paixão que te roer,É um amor que vês nascerSem prazo, idade de acabar.Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer.Mas só quando quiseres pousarDa paixão que te roer,É um amor que vês nascerSem prazo, idade de acabar. (x2)Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer.Não vejo leis para te prenderAcontença o que acontecer.Não há leis para te prenderAconteça o que acontecer...
Asas- Gnr
Asas- Gnr
sábado, 11 de abril de 2009
" NA MARGEM DO RIO PIEDRA EU SENTEI E CHOREI. Conta a lenda que tudo o que cai nas águas deste rio - as folhas, os insectos, as penas das aves - se transforma nas pedras do seu leito. Ah, quem me dera que eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atirá-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.
Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei. O frio do Inverno fez com que eu sentisse as lágrimas na face, e elas misturaram-se com as águas geladas que corriam diante de mim. Em algum lugar, este rio junta-se com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se confundem com o mar.
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que o meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele. Que as minhas lágrimas corram para bem longe, e então eu esquecerei o rio Piedra, o mosteiro, a igreja dos Pirinéus, a bruma, os caminhos que percorremos juntos.
Eu esquecerei as estradas, as montanhas e os campos dos meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.
Eu lembro-me do meu instante mágico, daquele momento em que um «sim» e um «não» podem mudar toda a nossa existência. Parece ter acontecido há tanto tempo, e no entanto, faz apenas uma semana que reencontrei o meu amado e o perdi.
Nas margens do Rio Piedra escrevi esta história. As mãos ficavam geladas, as pernas entorpecidas pela posição e eu precisava parar a todo o instante.
- Procure viver. Lembrar é para os mais velhos - dizia ele.
Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevia, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças. Para que, quando acabasse de contar a minha história, a pudesse lançar no Piedra - assim me tinha dito a mulher que me acolheu. Para que então - lembrando as palavras de uma santa - as águas pudessem apagar o que o fogo escreveu.
Todas as histórias de amor são iguais. "
Coelho, Paulo; Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, Pergaminho.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Injusta, talvez. Mas verdadeira.
Ontem percebi que a única pessoa que não me desiludiu nestas últimas semanas, foste simplesmente tu.
Tu porque já não há desilusão possível. Já desiludiste tudo o que podias desiludir.
Mas os outros... os outros, que eu sempre chamei de "amigos" com orgulho, sim.
E resta-me agradecer aos que não me deixaram de falar e que não me chamaram nomes (ainda que inofensivos na altura do desespero) numa altura que tanto precisei deles e que nenhum deles reparou.
Obrigado a ti, Brigite e Catarina (Noddy).
Aos outros, continuo a adorá-los e a amá-los de forma quase incondicional. Não é um erro que vos faz desaparecer do meu coração. Não depois de tudo o que fizeram por mim. Não vos desprezo, aviso-vos. Gosto demasiado de vocês para abandonar a amizade que tanto demorei a construir. Só quero que a conquistem e que eu a conquiste também, mesmo estando magoada.
Tu porque já não há desilusão possível. Já desiludiste tudo o que podias desiludir.
Mas os outros... os outros, que eu sempre chamei de "amigos" com orgulho, sim.
E resta-me agradecer aos que não me deixaram de falar e que não me chamaram nomes (ainda que inofensivos na altura do desespero) numa altura que tanto precisei deles e que nenhum deles reparou.
Obrigado a ti, Brigite e Catarina (Noddy).
Aos outros, continuo a adorá-los e a amá-los de forma quase incondicional. Não é um erro que vos faz desaparecer do meu coração. Não depois de tudo o que fizeram por mim. Não vos desprezo, aviso-vos. Gosto demasiado de vocês para abandonar a amizade que tanto demorei a construir. Só quero que a conquistem e que eu a conquiste também, mesmo estando magoada.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Viseu Graciosa
Ó Viseu Graciosa
Cidade tu és jardim
Tens flores em teus recantos
Ó Viseu tu és assim.
Refrão
Em ruelas e calçadas
Em cantos e guitarradas
Canto a ti Viseu, minha cidade,
Em vielas e arruadas
Em prosas e cantatas
Canto a ti Viseu, minha saudade...
Viriato em tua guarda
E lá no alto a Sé
Dom Duarte, Infante Henrique
Imponente sempre em pé.
Refrão
Em ti há sete torres
Que se erguem para o céu
São marcos da tua glória
Que o povo não esqueceu.
Refrão
Hoje decidi homenagear a minha cidade de estudante.
Cidade que eu me orgulho de ter escolhido.
Por ti e por tudo, Viseu.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
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